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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ENTREVISTA, 19/12/2011 PARA O PORTALAXEZEIRO

Alan Souza
Do Rio de Janeiro para Salvador e do trabalho como caseiro para o mundo do sexo. Com uma história de vida marcada por difíceis acontecimentos, como a perda da mãe, que faleceu vítima de câncer, o atualmente profissional do sexo Alan Souza lançou um livro onde conta suas experiências. Em entrevista exclusiva para o Portal Axezeiro, ele fala um pouco sobre vida e trabalho.

Portal Axezeiro: Quem é Alan Souza?

Alan Souza: Alan Souza é uma pessoa audaciosa, sonhadora, realizadora e humana. Leva para seus clientes a certeza de ótimo serviço prestado: prazer, descontração, discrição e absoluto sigilo.

PA: Por que você começou a fazer programa?

AS: As circunstancias do meu trabalho como caseiro numa casa de massagem no Rio Vermelho me levou a trabalhar como prestador de serviço sexual. Foi onde tudo começou.

PA: Todos que trabalham como caseiro nessas casas acabam migrando para o serviço sexual?

AS: Não. Eu fui uma exceção.

PA: Mas o que te levou a isso? A oportunidade de ganhar mais? Assédio dos clientes?

AS: Sim. A oportunidade de aumentar meu salário, que era de cinquenta reais por semana como caseiro, bem diferente do que eu recebo como acompanhante.

PA: E a quanto tempo trabalha com isso?

AS: Comecei em 2007, mas tive intervalos. Trabalhei em outras áreas, como motorista particular,  vidraçaria, etc..

PA: Do trabalho como prestador de serviço sexual surgiu seu primeiro livro “Mentiras e Farsas”. De onde veio a idéia?

AS: A minha vida já dava um livro desde quando eu morava no Rio de Janeiro, depois que minha mãe faleceu de câncer em 2009. Resolvi escrever esse livro para fazer um boa parte da sociedade enfrentar suas próprias mazelas, referente à prostituição.

PA: E está conseguindo chegar ao objetivo?

AS: Estou conseguindo fazer muitas pessoas lerem o livro, mas a luta ainda é árdua, pois o preconceito ainda impera no nosso pais.

PA: Você chegou a visitar algumas feiras direcionadas à leitura. Qual foi a reação das pessoas que tiveram a oportunidade de conhecer seu livro?

AS: Visitei, mas não participei ativamente, pois o preço dos stands era muito substancial. Não vi a oportunidade naquele momento de colocar meus livros para vender. Eu os vendo através da internet, onde o custo é quase nada e o resultado é alegre.

PA: Você chegou a ir até o Rio e apresentou o livro a Jô Soares. Qual foi a reação dele?

AS: Fui no dia 18 de novembro, quando aconteceu a noite de autógrafo dele. Ele recebeu cariosamente a matéria que fiz para um jornal impresso aqui de Salvador e o livro. Perguntou se foi eu mesmo que escrevi. Disse que sim, ele falou que ia ler e... Bem, vamos aguardar.

PA: Qual o seu próximo passo?

AS: Fazer essa obra ganhar dimensão e as telinhas do cinema.

PA: Algo no estilo Bruna Surfistinha? Ela é uma inspiração?

AS: Raquel Pacheco teve a história dela como Bruna, eu estou tendo a minha como Alan Souza. Ela não é minha inspiração, a vida sim.  Mas Bruna é audaciosa, revolucionou a maneira do "profissional" do sexo trabalhar criando um blog, assim o cliente sabe o que vai encontrar.

PA: É verdade que parte do valor obtido com a venda de seu livro é doada?

AS: Serão sim, para hospitais do câncer. Um deles é o Aristides Maltez. É uma forma de homenagear minha mãe.

PA: O que você gostaria que as pessoas soubessem sobre os profissionais do sexo?

AS: Gostaria que as pessoas, principalmente as que se dizem conservadoras, não olhassem para nós [gp] como se fossemos marginais.
Por Robson Cobain

domingo, 4 de dezembro de 2011

Coisa que acontece no meu trabalho

Ontem por volta das 19:00, um cara me ligou de um motel perguntando se eu podia atender sua namorada, seria a pimeira vez que eles contravam serviço de garoto de programa - “Só para atender ela, não curto homem!” advertiu o cara em alto e bom tom.
Falei o cachê. Sem questionar ele me passou o número do quarto e o nome do motel.
Tudo acertado. Me preparei: hidratante e perfume no corpo, um recipiente pequeno com creme para massagem e lógico o que não pode faltar “os preservativos”. Lá vai eu para mais uma missão.
Peguei o carro e me "piquei" paro motel. Na recepção o rapaz interfonou para suite, autorização concebida, subi as escadas e fui em direção ao quarto 216, dei um toque sutil na campainha o cliente abriu a porta e estendeu a mão para me cumprimentar. Aparentando uns 48 anos de idade, alto corpo delgado, cabelo curto e liso. No sofá sentada de pernas cruzadas encontrava-se  sua mulher, que não tinha mais de vinte anos de idade. Morena alta, calça colada no corpo definido, bumbum empinadinho, seios médios e firmes e boca carnuda. Todas as luzes acesas, inclusive a do banheiro, então tudo estava as claras, rs. Ela me elogiou, eu retribui. O marido dela me ofereceu uísque. Aceitei uma água. Ficamos conversando no sofá para nos entrozarmos e o lance acontecer de forma espontânea. Alguns minutos depois como de costume, disse que ia tomar banho. Enrolado na toalha sai eu do banheiro com creme na mão, ofereci uma massagem a ela. Isso ele ja em pé com o copo de uísque na mão direita e a esquerda no bolso da calça. A gata olhou para ele como quem quisesse perguntar se podia, ele entendeu o olhar dela e falou para mim: “- Alan, como te disse, é a primeira vez da gente....” ela o interrompeu dizendo que se ele não quisesse, não tinha problema. Depois de uma golada na bebida, o marido disse para eu ficar à vontade com ela e que ia ficar só olhando.
Com delicadeza e terceiras intenções tirei os sapatos dela e depois a calça. Usando uma minúscula calcinha cor da pele,a morena logo me deixou excitado. Pedi para ela ficar de costas para eu dar início a massagem japonesa. Iniciei pelos pés,lentamente fui subindo, passando pela coxa e massageando com mais dedicação a virilha. Nessa parte olhei para trás e com a mão faço um gesto para o cara, dando a entender  se eu podia penetrar nela.O cara sentou novamente no sofá balançou a cabeça positivamente,mas não me convenceu a sua afirmativa. Fiquei cismado.
com a mão cheia de dedos por cima da calcinha  massageava o clítoris, a gata rebolava, gemia e, meu pau duro como uma rocha. Coloquei a mão esquerda por baixo da bunda e levantei aquele rabo lindo e cheiroso. Com o polegar coloco a calcinha de lado e fui passando a língua lentamente mas de maneira intensa no clitóris volumoso. O cara levantou do sofá  foi mais para perto da gente e fez sinal para continuar.
Virei ela de barriguinha para cima, tirei a calcinha, encapei o “lilico” e pentrei com devagarinho... ela pegou no meu pau e empurrou mais para dentro, pedindo para eu pegá-la  com força. Ignorei o cara e fui atender o pedido da gata. Quando estávamos no maior climax, ele  pediu para eu parar; “ - Alan, chega, até ai tá bom é nossa primeira vez, tá bom até demais”. Olhei para ele e para ela e perguntei: e sua namorada vai ficar assim se contorcendo de tesão? E a gata na cama se masturbando.
-“Não, não, não, tá bom meu amigo, a gente vai ficar mais um pouco aqui. Toma sua grana, eu te chamo novamente amanhã. Olhei para ele e disse, tudo bem!
 Fui ao banheiro joguei a camisinha na lixeira, tomei outro banho. dessa vez de água fria, literalmente,rs..., me vesti peguei a chave do carro e vim para casa.
Não sei se ele terminou o que eu começei, mas sei de uma coisa: essa morena ficou pê da vida " com ele