Hoje o dia termina assim: Segundo cliente foi um rapaz querendo realizar uma fantasia, Digamos, “hum tanto quando doce”. Invés de usar lubrificante eu usaria mel e na hora na putaria o chamasse de cuzinho de mel ou cuzinho doce. Logicamente que ri muito, mas achei interessante essa fantasia. Já chupei boceta lambuzada de mel, mas comer cuzinho de mel seria a primeira vez. Desloquei-me então para o motel depois de confirmar a suíte que ele estava. Ao chegar à recepção peço para Interfonar pro "abelhinha", autoriza minha entrada. Lá vai eu para realizar mais uma fantasia alheia. Mal entro na suíte, o abelhinha paga meu cachê. Não costumo cobrar adiantado, acho que isso inibe o cliente, mas também não vejo mal nenhum em receber adiantado. O abelhinha se empolga com meu peito pede para eu tirar a camisa e fica mamando como se fosse um bezerro. Abre o eclair da minha calça, coloca meu lilico para fora e com a mão cheia de melzinhos [sachê] aqueles que vende em farmácia. Fura com os dentes, derrama na minha piroca e chupa com vontade incessante. Tiro os sapatos, calça, sunga e bato com a piroca cheia de mel na cara dele. Gosta e pede mais. Vou para o centro da cama fico sentado de frente para o abelhinha, ele derrama mais mel no lilico e volta a chupar. Peço para pegar os preservativos no bolso traseiro da minha calça que estava no chão. Quase que automaticamente ele pega e coloca com rapidez no meu pau. Enche o cuzinho de mel e senta rebolando como se fosse dançarina de funk. Com o cu todo enterrado no meu pau pede para eu socar com força. Não ignoro seu desejo coloco de ladinho e soco por uns dez minutos. Depois ele fica de "4",coloca mais mel no cuzinho, que a essa altura já não era mais cuzinho. Pede para eu socar e bater na sua bunda e chama-lo de cuzinho de mel. Foi o que fiz. Uns quinze minutos socando, ele goza aos gritos. Não sei se na cama tinha mais mel ou esperma dele. Vou para o banheiro tomo uma boa ducha, me visto, arrumo o cabelo, bebo água e digo que vou embora. Ele me agradece e caio fora.
Diretor, Produtor,Compositor, Escritor e Empreendedor. Email-pernalonga89@bol.com.br http://www.facebook.com/alan.souzaoficial
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Cadeirante
Ontem à tarde meu primeiro cliente do dia foi um cadeirante. Ele me ligou três horas antes de vir para meu apê, perguntou se eu atendia pessoas na cadeira de rodas. “Respondi perguntando”, o que te faz pensar não ser atendido por mim? Seilá você pode ter pré-conceito, disse ele. Pré-conceito todos nós temos por alguma coisa. Mas não nesse caso, respondi. Combinamos o cachê, e perguntei como faria para vir até a mim, já que o mesmo morava do outro lado da cidade. Meu motorista me levar, disse ele. Aqui no meu prédio só pode um carro por apartamento na garagem vou retirar o meu, para você entrar com o seu pra facilitar a sua aproximação até o elevador, disse eu a ele. Algum tempo depois me ligou dizendo que já estava na frente do prédio. Desci até a garagem para ajudá-lo. Um rapaz [motorista]estava tirando a cadeira do porta malas, enquanto o senhor bem simpático, todo perfumado e sorridente se preparava para sentar. Fui dar uma forcinha e rumo ao meu apê. Isso o motorista foi também. Ficamos no sofá conversando sobre assuntos variados...Bebeu uma aguinha e depois confidenciou-me que a causa de sua situação do seu estado cadeirante foi causada por tiros que levou quando exercia seu trabalho na policia civil, há quinze anos atrás. Sem querer entrar em detalhes me perguntou se podia ir para o quarto, respondi que sim e, conduzi para minha cama enquanto seu motorista continuava no sofá assistindo televisão. Tirei ele da cadeira e o coloquei sentado na cama de costas para cabeceira. Como de praxe eu disse que ia tomar banho e deixei o som ligado no volume regular. Ao sair do banheiro fui para perto dele, que imediatamente colocou a mão no meu “pau” e foi massageando até ficar duro! Correspondi passando a língua no seu peito. Pediu para eu ficar de pé na cama, aplicou um boquete, abaixou seu short e ficou se masturbando. Depois de algum tempo chupando minha rola, pediu para eu gozar no seu rosto. Larguei o mingau de tapioca. Quase que simultaneamente ele gozou também. Peguei uma toalha de rosto e dei para ele se limpar. Ainda na cama ficamos conversando um pouquinho e depois chamou seu motorista para me ajudar a colocá-lo na cadeira, o motorista pagou o combinado, fomos para a garagem, colocamos no carro e o sorridente foi embora.
Obs: Pelo fato desse senhor ser solteiro e desprendido de pré-conceito, não se importou eu colocar no blog a parte onde escrevo que ele trabalhava há quinze anos atrás na Policia Civil.
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