Total de visualizações de página

domingo, 1 de dezembro de 2013

Semana de casal. Semana passada foi à semana em que atendi maior número de casais. Geralmente são pessoas bem resolvidas com suas fantasias, fetiches e conceito de vida. Dos casais que atendi, dois me deram condições para fazer uma síntese do que rolou na suíte do motel. Não que os outros clientes não tenham sido interessantes, mas para eu postar algo aqui no blog o atendimento tem que ser um tanto quanto atípico


Sexta feira, dia 22. Casal colorido: Um homem de voz meia rouca me ligou no inicio da noite para um atendimento  às 21h, em um motel da orla. Sou meio britânico em questão de horário, na hora marcada estava lá. Recepcionado por um homem alto, bonito, corpo delgado e com algumas tatuagens na pele, me convidou para entrar e imediatamente me apresentou sua esposa que se encontrava sentada na cama com um lindo sorriso e carisma aflorada. A bela mulher ia na mesma vibe do marido: corpo malhado, cheirosa, bem humorada e também com algumas tatuagens na pele de cor clara, porém bronzeada do sol. O quarto estava com ar condicionado ligado na temperatura de 18c, e o cheiro de maconha exalava por todo o ambiente. Em relação às drogas, não tô nem aí. Cada um curte o que gosta. Como de praxe fui tomar banho e deixei o casal a terminar o baseado. Quando saí do banheiro, eles já estavam se beijando e viajando nas suas mais eloquentes fantasias. Usando uma minúscula calcinha de cor preta e com a bunda virada em minha direção, não perdi tempo e fui nessa viajem. Colocando seus cabelos negros para frente comecei beijando sua nuca, o corpo dela logo se arrepiou expressando um sinal de excitação, dando-me a certeza que o lance  seria bom. Peguei a camisinha que estava dentro da minha cueca, mas o marido pegou da minha mão e se encarregar de colocar no meu pau. Imediatamente penso que essa atitude não era a preocupação dele em eu colocar o preservativo de maneira errada, mesmo porque sou profissional. E sim a vontade pegar no meu pau.  Lilico encapado vamos lá! Tirei a calcinha da gata e gosto do que vejo: Buceta média, carnuda com grandes lábios. Com uma vontade incessante meti a língua na Lilica. Chupei até ela apertar com força o braço do marido e pedir pica. Novamente ele pega no meu pau e enfia na buceta da tesuda que já estava deitada de frente para mim. Socando fundo e olhando nos olhos vermelhos dela, vermelhos por causa do verde da natureza. Puxou minha cabeça e me beijou a boca.  Aos gritos ela descarregou seu prazer no meu pau. O marido se masturbou e via toda a cena. Ao lado da cama em cima de um batente, um gel [ky] que nitidamente já havia sido usado talvez em outra ocasião. Peguei e fui pra trás do marido dela. Ele se “espantou" e perguntou o que  eu iria fazer.  Eu disse para ficar tranquilo e permanecer na posição: Joelhos na cama e quadris arqueados. Coloquei uma quantidade razoável de gel no brioco dele e percebi que não era a sua primeira, nem segunda e quiçá terceira vez que seu “cuzinho” seria usado. A mulher dele ainda de pernas bambas levantou da cama e abriu o cu do marido para eu meter. Empurrando bem devagar fiz o brother parar de falar e ter seu prazer consumado.

Casal: É da raça, é da cor:
Sábado, dia 23, por volta das 22h. Me ligou um rapaz de voz suave querendo realizar ménage envolvendo sua noiva. Marcou comigo num motel que fica na avenida Pinto de Aguiar. Para quem não é de Salvador ou não conhece essa avenida, ela faz ligação entre a AV Paralela e a Orla Marítima. Chegando ao motel e já na garagem da suíte, um negro bonito, alto, corpo atlético, cheiroso, desinibido e aparentando 25 anos de idade. Se alegra com a minha chegada e explica que é a primeira vez deles, mas que conversou com a noiva e que  havia topado na boa. Vamos lá, ela está na parte de cima, vou ficar no banheiro olhando e depois participo, disse ele. Subi as escadas logo depois dele e dei de cara com uma negra linda e gostosa usando um vestido de cor amarela colado no corpo. De estatura mediana usava salto alto e um olhar libidinoso. O noivo foi direto para o banheiro e ficou olhando pela porta de vidro a gente sentado no ponta da cama conversando para entrar no clima. Entre um assunto e outro tirei os sapatos dela. Ainda sentada na cama estendi a mão para ela se levantar encostei-me na parede, beijei seu pescoço e levei minha mão direita em direção ao  sexo dela. Sua respiração aumentou. Desci minha boca até sua parte íntima, chupei lentamente e percebi sua excitação na ponta da minha língua.  Levei para cama e continuei beijando seu clitóris, levantei seu vestido até na altura dos seios. O noivo saiu do “camarote” e foi participar como havia dito. Dois leões encima de uma pantera, pois não é que ela deu conta!! Depois de socar aquela buceta por um bom tempo resolvemos fazer dupla penetração. E ela ali, proativa! Deitei-me na cama, ela por cima de mim eu com as duas mãos abri aquele rabo gostoso, coloquei saliva no cuzinho para o noivo meter a rola grande. Ela gemeu, mas não de dor. Pois pedia para socar. Eu embaixo metendo e o negão em cima socando o cu. Um tesão da porra! Segurei o máximo que pude para não gozar, até o momento em que ela sussurrou forte e gemeu alto. Aí meu “rei”, o jeito foi deixar jorrar o leitinho. O cara continuou metendo e eu saí de baixo para relaxar um pouco, tomei banho quente e voltei para o combate.  Logo o Lilico ficou pronto para o segundo raud, pois também gosto de ver os outros transando. Coloquei a camisinha e fui para cima. O noivo que estava dessa vez de ladinho saio para eu foder. Peguei firme e ela gozou. Relaxei um pouco na cama, bebi água, tomei outra  ducha, recebi o cachê  discretamente e cai fora.