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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

FANTASIA VINDO À TONA

Teve uma fantasia de uma mulher que eu participei e achei legal, ela tinha cinqüenta e quatro anos, bonita, corpo enxuto, financeiramente bem resolvida.  Recebi a ligação dessa mulher, dizendo que estava num motel, e se eu estaria disponível naquele momento. Disse que sim e que chegaria rápido; só precisava me passar o número da suíte.
Quando cheguei, a porta estava entreaberta; bati, e ela me mandou entrar, apenas uma luz baixa .
A penumbra dava um clima de mistério, ela estava deitada de lado na cama fumando charuto.
Cabelos lisos, batom vermelho, brinco de argola, sapatos altos, cinta-liga e calcinha preta.
---- oi garoto.—estendeu a mão para eu beijá-la. Confesso: deu-me um tesão!
---você pode me servir uma dose de whisky, com três pedrinhas de gelo?
---posso sim.---fui servi-la e fiquei olhando para ela, querendo rir, e ao mesmo tempo sacava que era a sua fantasia, então segurei a onda. Pediu-me para deitar na cama,tirou minha calça e me aplicou um oral  de mau jeito, pois ela não sabia chupar direito, os dentes arranhavam  glande [cabeça] e doía pra caramba. Com delicadeza afastei a boca dela do meu lilico, coloquei-a de pernas abertas, calcinha de lado e dei uma chupada em regra. Ela gemia, gritava, fazia escândalo, e eu me segurando porque era muito grande a vontade de rir, é sério. Pedi-me que a pusesse de quatro  e a chamasse de puta. Foi nessa hora que tive a certeza de compreender a sua fantasia. Ela gozou e eu também gozei. depois ficamos na cama conversando, e ela me explicou o porquê dessa fantasia. Disse que foi casada quando tinha 19 anos, e passou muitos anos de sua vida viajando para o exterior com seu marido que era médico e dono de clínicas. Dinheiro, conhecimento, conforto, luxo saúde, não lhes faltava, mas sexo sim, dizia ela. Falava que assistia os filmes antigos, via meretrizes nos bordéis se divertindo, transando com vários, ficava com aquilo na cabeça, mas não contava para o marido o que fantasiava  e nem via esse tipo de filme perto dele. Na época era difícil conversar sobre sexo com o companheiro, a mulher tinha que viver só na fantasia, ai da mulher que demonstrasse a vontade de dá uma chupada no cacete do marido, ou que quisesse ficar de quatro para seu marido comer o cuzinho. Seria execrada, tida como  meretriz, porque estaria agindo como mulher da vida, e por esse motivo não servia mais, contava ela.
Disse-me que depois que eu saísse da suíte, ela iria ligar para mais dois. Fiquei  conversando mais um pouco com ela , achando-a muito divertida e depois fui embora.

4 comentários:

  1. EITA ALAN, VOCÊ NÃO PERDOA NEM VELINHA HEIN, SEU SAFADINHO, TÔ BRINCANDO. ADOREI SEU BLOG, E A MANEIRA COMO VOCÊ ESCREVE,BEIJOS, JÚLIA

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  2. oi Alan sou de curitiba, vi seu video na internet, fiquei curioso para ler seu livro.
    Boa sorte e sucesso!

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  3. Cara, cria vergonha e vai trabalhar em algo descente. Era só o que faltava, a gente ter que ver a prostituição como uma coisa normal, tanto é que vc esconde a sua cara.

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  4. Alan gostaria de ser um garoto de programa como posso fazer para ter clientes aguardo respostas
    Email: albernazfraga2015@gmail.com

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